MasterClass

30.04 (SÁBADO) | 16H

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MasterClass Internacional com Silvia Federici

com Silvia Federici

mediada por Carla Italiano e Juliana Bittencourt | [tradução simultânea em LIBRAS]

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Silvia Federici é professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York. Publicou recentemente no Brasil, pela Editora Elefante, os livros Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva, O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista e Reencantando o mundo: feminismo e a política dos comuns. Também é autora de inúmeros artigos sobre feminismo, colonialismo, globalização, trabalho precário, comuns e outros temas correlatos.

É uma intelectual militante de tradição feminista marxista autônoma.

Nascida na cidade italiana de Parma em 1942, mudou-se para os Estados Unidos em 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective (coletivo internacional feminista), participou da Wages for Housework Campaign (Campanha por um salário para o trabalho doméstico) e contribuiu com o Midnight Notes Collective (coletivo notas da meia-noite).

Durante os anos 1980 foi professora na Universidade de Port Harcourt, na Nigéria, onde acompanhou a organização feminista Women in Nigeria (Mulheres na Nigéria) e contribuiu para a criação do Committee for Academic Freedom in Africa (comitê para a liberdade acadêmica na África). Na Nigéria, pôde ainda presenciar a implementação de uma série de ajustes estruturais patrocinada pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial.

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Carla Italiano é pesquisadora em cinema e programadora de mostras e festivais. Doutoranda em Comunicação Social pela UFMG. Foi coordenadora da "Retrospectiva Helena Solberg" (CCBB, 2018) entre outras, além de integrar a organização do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte e a equipe de curadoria do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. É natural de Recife e residente em Belo Horizonte.

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Juliana Bittencourt é integrante do coletivo Sycorax, coletivo feminista de tradução que surgiu em 2015 e traduziu os livros “Calibã e a bruxa” e “O Ponto Zero da Revolução” de Silvia Federici. É fotógrafa, conservadora-restauradora de fotografias e materiais fílmicos, pesquisadora e tradutora independente. Mestranda do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia da Universidade de São Paulo (PPGMus/USP).