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Debates

26.03 (TERÇA-FEIRA) | 19H

SESSÃO DE ABERTURA COMENTADA

"A bruxa" (2015, 92 min)

Abertura da mostra com apresentação da curadora Carla Italiano

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Carla Italiano atua como pesquisadora e curadora, sendo doutoranda em Comunicação Social pela UFMG. Integra anualmente a equipe de programação dos festivais: Olhar de Cinema de Curitiba e FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas, e a organização geral do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Foi curadora de diversas mostras, incluindo: “El Camino – Cinema de viagem da América do Sul” (CCBB, 2023) e “Retrospectiva Helena Solberg” (CCBB, 2018), dentre várias outras, além do seminário 3º Na Real Virtual sobre documentário brasileiro. Foi uma das organizadoras do dossiê "Cinema e Escritas de Si" da Revista Devires - Cinema e Humanidades (FAFICH-UFMG). É natural do Recife e residente em Belo Horizonte.

06.04 (SÁBADO) | 17H30

SESSÃO COMENTADA

"Medusa" (2023, 128 min)

Seguida de debate com a prof. Mariana Souto com mediação da curadora Juliana Gusman

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Mariana Souto é professora da UnB. Realizou dois pós-doutorados (bolsas FAPESP e Capes) na ECA-USP, sob supervisão de Ismail Xavier. Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com prêmio de Melhor Tese na área de Comunicação e Informação (2017). Mestre pela UFMG. Foi professora substituta da UFMG, professora da PUC-MG e da UNA. Foi curadora do Janela Internacional de cinema de Recife, do Festival Internacional de Curtas de BH, da mostra Corpo e cinema (Caixa cultural) e do Cineclube Comum. Diretora de arte de Quintal (André Novais, exibido em Cannes e premiado em diversos festivais) entre vários outros filmes. Integrou os grupos de pesquisa História e Audiovisual (coordenado por Eduardo Morettin) e Poéticas da Experiência (coordenado por César Guimarães e André Brasil). Autora do livro Infiltrados e invasores - uma perspectiva comparada sobre relações de classe no cinema brasileiro (2019).

Juliana Gusman é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP, onde pesquisa imagens da prostituição na cultura audiovisual. É membro dos grupos de pesquisa MidiAto (ECA-USP), Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG) e Mídia e Narrativa (PUC Minas). Atua como professora assistente da PUC Minas, nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Cinema e Audiovisual. É colaboradora da Plataforma de streaming Cardume Curtas. Como crítica de cinema, escreve para diversos veículos e portais especializados e para catálogos de mostras e festivais.

13.04 (SÁBADO) | 14H

OFICINA GRATUITA

"Filmem a bruxa! A tradição do mal feminino no cinema de horror"

Ministrada pela pesquisadora Gabriela Larocca

Carga horária: 3h30

Com tradução para LIBRAS (acessibilidade) e emissão de certificado.

INSCREVA-SE AQUI

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Ementa:

No início da Época Moderna, o estereótipo da mulher-bruxa se espalhou pela Europa ocidental, alimentando desconfianças históricas em relação às mulheres e incentivando perseguições e julgamentos. No entanto, mesmo com o término dos processos de bruxaria, a bruxa maligna permaneceu viva no imaginário contemporâneo, principalmente no cinema de horror, o qual exerceu uma grande influência em sua representação popular. Foi neste gênero que as bruxas encontraram o ambiente propício para exercerem sua maldade, persistindo a antiga representação do feminino ligado ao Mal e ao demoníaco. Ao assumirem suas formas mais monstruosas, as bruxas cinematográficas tornam-se objetos de consumo e entretenimento, ao mesmo tempo em que transmitem mensagens sobre o perigo das mulheres, ecoando uma tradição antifeminina milenar. Pensando nisso, a partir de uma perspectiva histórica, nesta oficina abordaremos as bruxas dentro do cinema de horror. Sendo assim, percorreremos sua presença no gênero, destacando algumas produções e questionando como o horror reconstrói e atualiza questões antigas e complexas sobre as mulheres, o Mal, a sexualidade e a bruxaria.

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Gabriela Larocca é historiadora, pesquisadora de cinema de horror, produtora de conteúdo, tradutora e podcaster. Doutora em História pela Universidade Federal do Paraná com pesquisa sobre a tradição do Mal Feminino e da mulher-bruxa em filmes de horror da década de 1960. Especialista em representação feminina, bruxaria e uso do gênero cinematográfico de horror como fonte histórica. É autora da dissertação de mestrado “O Corpo Feminino no Cinema de Horror: Gênero e Sexualidade nos filmes Carrie, Halloween e Sexta-Feira 13 (1970 – 1980)” e da tese “Do Malleus Maleficarum ao cinema de horror: a tradição do Mal feminino e da mulher-bruxa em filmes da década de 1960”. Integra a equipe do site e podcast República do Medo.

18.04 (QUINTA-FEIRA) | 14H30

SESSÃO INFANTIL COMENTADA

A fada do repolho (1896/1900, 1 min) e Branca de Neve e os sete anões (1937, 83 min)

Seguida de debate com a coordenadora Tatiana Mitre

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Tatiana Mitre graduou-se em Cinema e Vídeo pelo Centro Universitário UNA (2008) e pela Escola Internacional de Cinema e TV (EICTV) de San Antonio de los Baños – Cuba, na especialização de produção (2013). Pós-graduada em História da Cultura e da Arte pela UFMG (2009) e pesquisadora convidada pelo Departamento de cinema da Faculty of Fine Arts Concordia University – Montreal, Canadá (2015). Cineasta e produtora, se destaca pelo compromisso com o cinema autoral, produção de mostras temáticas e pela articulação de co-produções internacionais. Em paralelo, atua como produtora executiva junto a diversas produtoras do estado de MG.  Sua dedicação à diversidade cultural e ao diálogo intercultural se reflete tanto em suas produções quanto em sua busca por narrativas que desafiam as fronteiras culturais e dialoguem com audiências globais.

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