top of page

Debates

06.04 (SÁBADO) | 16H

SESSÃO DE ABERTURA COMENTADA

"A Última Praga de Mojica" (2021, 17 min) e "A Praga" (2021, 51 min)

Abertura da mostra com mediação da curadora Carla Italiano e debate com a pesquisadora Julia Noá

* * *

Carla Italiano atua como pesquisadora e curadora, sendo doutoranda em Comunicação Social pela UFMG. Integra anualmente a equipe de programação dos festivais: Olhar de Cinema de Curitiba e FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas, e a organização geral do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Foi curadora de diversas mostras, incluindo: “El Camino – Cinema de viagem da América do Sul” (CCBB, 2023) e “Retrospectiva Helena Solberg” (CCBB, 2018), dentre várias outras, além do seminário 3º Na Real Virtual sobre documentário brasileiro. Foi uma das organizadoras do dossiê "Cinema e Escritas de Si" da Revista Devires - Cinema e Humanidades (FAFICH-UFMG). É natural do Recife e residente em Belo Horizonte.

Julia Noá é editora de vídeo, colorista e assistente de pós-produção, crítica e co-editora da revista Cinética. É mestranda em cinema de horror no Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP, curadora e ciclista.

18.04 (QUINTA-FEIRA) | 17H

MESA DE DEBATE

Reencantando o mundo: bruxas contemporâneas, saberes ancestrais

Roda de conversa com Glênis Cardoso, Mariana Queen Nwabasili, Sophia Pinheiro e mediação de Juliana Gusman

* * *

Glênis Cardoso transita entre a produção, crítica, curadoria e preservação audiovisual. Na produção audiovisual, atuou nas áreas de roteiro, direção e assistência de direção. Foi co-fundadora e editora-chefe do Verberenas, projeto que inclui uma revista online sobre cinema por uma perspectiva feminista e exibições de filmes dirigidos por mulheres. Como crítica e curadora, participou de mesas e residências em festivais como a Mostra Tiradentes, o Festival de Brasília e o Fronteira Festival, além de ter participado ao longo de sua carreira de diversos debates no CCBB, no Sesc entre outras instituições dedicadas às artes e à cultura. É preservadora-assistente da Iniciativa de Digitalização de Filmes Brasileiros, da organização Cinelimite. Participou do projeto Digitalização Viajante, levando um scanner de filmes 8mm e Super8 para 6 cidades brasileiras e digitalizando mais de 300 filmes. Em 2023, apresentou o projeto da Digitalização Viajante no congresso de preservação audiovisual Eye Conference em Amsterdã e no simpósio/festival Archival Assembly em Berlim.

Mariana Queen Nwabasili é jornalista e pesquisadora, doutoranda e mestra em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Mestra em Curadoria Cinematográfica pela Elías Querejeta Zine Eskola, na Espanha, com bolsa do Projeto Paradiso. Curadora de curtas-metragens da Mostra de Cinema de Tiradentes 2023 e 2024 e do Cabíria Festival  Audiovisual 2022. Foi selecionadora de filmes brasileiros da  24ª edição do FestCurtasBH, em 2022, na qual idealizou a mostra paralela "Filmes decoloniais?", e da 29ª edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, em 2018. Participou da 10ª edição do Critics Academy do Festival de Cinema de Locarno, em 2021. Pesquisa autorias, representações e recepções cinematográficas vinculadas a raça, gênero, classe, colonialismo e (de)colonialidade, sobretudo no cinema brasileiro.

Sophia Pinheiro nasceu em Goiânia, Goiás. É artista visual, cineasta, educadora popular e pesquisadora. Não é pessoa indígena, mas implica-se há mais de dez anos na militância indígena e na formação audiovisual e política de diversos povos, sobretudo de mulheres indígenas. Participou de exposições, ilustrou livros e codirigiu filmes com parceiras indígenas e não indígenas. É uma das coordenadoras da Katahirine - Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas.

Juliana Gusman é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP, onde pesquisa imagens da prostituição na cultura audiovisual. É membro dos grupos de pesquisa MidiAto (ECA-USP), Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG) e Mídia e Narrativa (PUC Minas). Atua como professora assistente da PUC Minas, nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Cinema e Audiovisual. É colaboradora da Plataforma de streaming Cardume Curtas. Como crítica de cinema, escreve para diversos veículos e portais especializados e para catálogos de mostras e festivais.

20.04 (SÁBADO) | 14H

OFICINA GRATUITA

"Perambulando nas sombras encantadoras: segredos da bruxaria no cinema de horror contemporâneo"

Ministrada pela professora Laura Cánepa

Carga horária: 3h40

Com tradução para LIBRAS (acessibilidade) e emissão de certificado.

*INSCRIÇÕES ABERTAS EM BREVE

* * *

Ementa:

Este minicurso, aberto ao grande público, tem como objetivo explorar diferentes expressões do tema da bruxaria no cinema de horror contemporâneo. Na primeira parte do encontro, pretende-se examinar brevemente as raízes históricas, representações culturais e evolução desse motivo recorrente nos filmes do horror. A segunda parte será dedicada a delinear e compreender as variadas facetas que as bruxas assumem no cinema do século XXI, tanto em obras do mainstream quanto em produções independentes. Entre os filmes contemporâneos examinados estarão A Bruxa de Blair (Eduardo Sánchez, Daniel Myrick, 1999); Atividade Paranormal 3 (Ariel Schulman, Henry Joost, 2011); A Bruxa (Robert Eggers, 2015); A Autópsia (André Øvredal, 2016); Hereditário (Ari Aster, 2018); Suspiria (Luca Guadagnino, 2018); Maria e João (Oz Perkins, 2020); Santa Maud (2020); Sem Seu Sangue (Alice Furtado, 2020); Huesera (Michelle Garza Cervera, 2023), entre outros.

* * *

Laura Cánepa é jornalista e pesquisadora de cinema. É Doutora em Multimeios pelo IAR-Unicamp (2008), Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP (2002) e graduada em Jornalismo pela FABICO-UFRGS (1996). Concluiu, em 2014, Pós-Doutorado no Departamento de Cinema, Televisão e Rádio da ECA-USP, sob a supervisão de Rubens Machado Jr. Em 2019, foi pesquisadora visitante na School of Languages, Cultures and Societies da Universidade de Leeds, sob a supervisão de Stephanie Dennison. Atua como docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Paulista (UNIP), tendo sido docente e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi até 2023. Foi editora dos periódicos INSÓLITA - Revista Brasileira de Estudos Interdisciplinares do Insólito, da Fantasia e do Imaginário e REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.

25.04 (QUINTA-FEIRA) | 14H

SESSÃO INFANTIL COMENTADA

A fada do repolho (1896/1900, 1 min) e Branca de Neve e os sete anões (1937, 83 min)

Seguida de debate com a coordenadora Tatiana Mitre

* * *

Tatiana Mitre graduou-se em Cinema e Vídeo pelo Centro Universitário UNA (2008) e pela Escola Internacional de Cinema e TV (EICTV) de San Antonio de los Baños – Cuba, na especialização de produção (2013). Pós-graduada em História da Cultura e da Arte pela UFMG (2009) e pesquisadora convidada pelo Departamento de cinema da Faculty of Fine Arts Concordia University – Montreal, Canadá (2015). Cineasta e produtora, se destaca pelo compromisso com o cinema autoral, produção de mostras temáticas e pela articulação de co-produções internacionais. Em paralelo, atua como produtora executiva junto a diversas produtoras do estado de MG.  Sua dedicação à diversidade cultural e ao diálogo intercultural se reflete tanto em suas produções quanto em sua busca por narrativas que desafiam as fronteiras culturais e dialoguem com audiências globais.

bottom of page